Agricultura Orgânica

A agricultura orgânica pode ser definida como um sistema de produção que procura chegar o mais próximo da natureza. Por isso, exclui o uso de agrotóxicos, fertilizantes solúveis, hormônios e qualquer tipo de aditivo químico. Devem ser sistemas economicamente produtivos, com eficiência na utilização de recursos naturais, respeito ao trabalho, além do reduzido uso de insumos externos ao sistema. Os alimentos produzidos precisam ser livres de resíduos tóxicos, mesmo após o processamento. A agricultura orgânica reúne todos os modelos não convencionais de agricultura biodinâmica, natural, biológica, permacultura ou agroecológica, para se contrapor ao modelo convencional.

Cenário Brasileiro

O Brasil está se consolidando como um grande produtor de alimentos orgânicos. Já são, aproximadamente, 17 mil propriedades certificadas em todas as unidades da federação. A maior parte da produção é oriunda de pequenos produtores.

A Região Sul vem à frente, com pouco mais de seis mil produtores, seguida das regiões Sudeste e Nordeste com cerca de quatro mil produtores. Os estados que se destacam em número de produtores são: Paraná, Rio Grande do Sul,      São Paulo, Santa Catarina, Pará, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro, Ceará e Bahia.

Uma pesquisa realizada pelo Sebrae (2018) mostra que 63% são produtores exclusivos de orgânicos e 25% trabalham essencialmente com produtos orgânicos. Estima-se que cerca de um milhão de hectares é cultivado organicamente no Brasil e que os principais produtos são: Frutas, Hortaliças, Raízes, Tubérculos, Grãos e Produtos agroindustrializados.

A história da Eko’s tem início junto dos pequenos produtores, onde demos os primeiros passos em direção a uma longa jornada.

Para que os produtores possam se beneficiar ainda mais, estamos nos unindo com empresas que tem o mesmo propósito, com isso iremos ganhar tempo e juntar conhecimentos para lançamentos de novas tecnologias.

pg10- (2).jpg

As vantagens

  • Preservação dos recursos naturais;

  • Produção de alimentos saudáveis e de maior qualidade;

  • Sustentabilidade e baixo impacto ambiental;

  • Manutenção da biodiversidade;

  • Uso de adubos naturais (compostagem, minhocultura, etc.);

  • Rotatividade de culturas (policultura);

  • Solo saudável e rico em nutrientes;

  • Utilização de energias renováveis.